
Até o momento, a Airbus e a rival norte-americana Boeing, com seu 737, resistiram em alterar os modelos que representam a espinha dorsal da indústria da aviação mundial, o que ajudou a fortalecer companhias de baixo custo. Segundo a Airbus, as novas aeronaves serão praticamente idênticas às já existentes, mas contarão com motores maiores e mais eficientes em relação aos modelos do grupo norte-americano Pratt & Whitney ou da CFM International, joint-venture da General Electric com o grupo francês Safran.
A aguardada decisão, foi uma resposta à canadense Bombardier, à China e à Rússia, que buscam desafiar a Airbus e a Boeing no mercado global de jatos, avaliado em 1,7 trilhão de dólares em mais de 20 anos.
Fonte: Globo Online
Por: Tim Hepher
Foto: Rodrigo Carvalho
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